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Dia Mundial dos Oceanos

por Mäyjo, em 08.06.19

Coral.jpg

Para comemorar hoje o Dia Mundial dos Oceanos, apresentamos esta imagem aérea de recifes de coral fluorescentes ao largo da costa da Nova Caledónia - uma ilha francesa no Pacífico Sul.

Esta imagem do documentário “Chasing Coral” retrata um fenómeno raro e belo, mas trágico, que certos recifes experimentam antes da morte, em resposta ao excesso de exposição ao sol e à elevação da temperatura do oceano.

Recifes como este estão desaparecendo nos eventos massivos de branqueamento de corais em todo o mundo. De facto, a partir de 2016, mais da metade dos recifes de coral da Terra foram perdidos. No entanto, existem coisas que podemos fazer para dar voz aos corais e proteger nossos oceanos - para saber mais, visite @chasingcoral no Instagram e clique no link da sua biografia.

 

Fonte da imagem: Netflix & Chasing Coral

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publicado às 02:12

Um dos glaciares mais importantes do mundo voltou a crescer...

por Mäyjo, em 27.03.19
Um dos glaciares mais importantes do mundo voltou a crescer... mas não é boa notícia.
Em 2015, o Jakobshavn da Gronelândia perdeu um bloco do tamanho de Manhattan. Agora está a espessar mas será temporário.
Estudo da NASA mostrou inversão temporária.

Há pouco menos de quatro anos, um dos maiores glaciares do mundo, considerado um estandarte do aquecimento global pela sua rápida e assustadora diminuição nas últimas décadas, era notícia por ter perdido em menos de dois dias uma área de gelo do tamanho de Manhattan, Nova Iorque.

A realidade era, e continua a ser, tão assustadora como a sua origem, com vários estudos a provar estar este fenómeno de perda de massas de gelo diretamente relacionado com o aquecimento global e a subida das temperaturas do oceano.

 

No entanto, no dia 25 de março, o mesmo glaciar é notícia, diretamente da NASA, pelos motivos opostos: por ter desacelerado a sua perde de massa. E, mais surpreendente ainda: ter crescido ligeiramente.

Na informação agora partilhada pela Missão Oceans Melting Greenland (OMG) — uma equipa especial que usa navios e aviões para medir como as temperaturas oceânicas afetam as vastas extensões geladas da Gronelândia —, o glaciar Jakobshavn, conhecido na região como Sermeq Kujalle, no lado ocidental central do país, trouxe notícias desconcertantes.

No seu mais recente estudo, o grupo descobriu que, entre 2016 e 2017, a geleira de Jakobshavn cresceu ligeiramente e a taxa de perda de massa desacelerou. As causas para as boas notícias também parecem ser moderadamente positivas: os especialistas atribuem o recente espessamento a um arrefecimento temporário das temperaturas oceânicas na região.

Para se entender a importância deste glaciar, diz a NASA que desde 2000 a Gronelândia perdeu cerca de 730 gigatoneladas de gelo e aproximadamente 30 por cento dessa perda veio do Jakobshavn e de quatro outras geleiras. 

A perda, juntamente com o derretimento da superfície, fez com que a camada de gelo da Gronelândia começasse a perder mais gelo do que aquele que ganha. O Jakobshavn, sozinho, já contribuiu com um milímetro para o aumento do nível do mar entre 2000 e 2011.

Em 2012, o glaciar estava a recuar e perdia quase 40 metros por ano. Mas começou a crescer novamente na mesma proporção nos últimos dois anos. Os cientistas são, no entanto, cautelosos em celebrar e não duvidam que é um facto temporário.

“Foi uma surpresa. Nós habituámo-nos a assistir a um um sistema descontrolado”, disse o pesquisador geológico da Dinamarca e especialista em clima e gelo da Gronelândia, Jason Box, citado pela “ABC News“, dos EUA.

“A boa notícia é que é um lembrete de que [o degelo] não está necessariamente a avançar tão rapidamente como se poderia pensar. Mas ele está a avançar.”

O Jakobshavn.
 

Os seus colegas consideram que as boas notícias, se é que assim se podem chamar, acabam aqui. Defendem que tudo se deve provavelmente a um resfriamento cíclico e natural das águas do Atlântico Norte.

Ala Khazendar, um glaciologista da NASA no projeto Oceans Melting Greenland e um dos autores do documento sobre o aumento do glaciar, garante que tudo isto coincide com o surgimento da Oscilação do Atlântico Norte, um resfriamento temporário de partes do oceano — como um primo distante do El Niño no Pacífico.

“Pense nas temperaturas oceânicas perto da Gronelândia como uma escada rolante que está a subir lentamente, a escada do aquecimento global. Mas a natural oscilação do Atlântico Norte às vezes é como saltar alguns degraus. A água pode ficar mais fria e ter efeitos, mas a longo prazo está a ficar mais quente e o derretimento será pior”, explicou.

À ABC, um outro cientista da Universidade de Washington, Ian Joughin, disse que previu esta mudança há sete anos. E frisou que seria um “grave erro” interpretar estes dados como contraditórios às mudanças climáticas.

O que está a acontecer, explicou, é “em grande parte, uma desaceleração temporária. As desacelerações ocorrem no mercado de ações, mesmo quando estão a subir. É exatamente a mesma coisa”.

Texto de: Patrícia Naves, via nit.pt

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publicado às 15:35

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS AMEAÇAM AVANÇOS DOS ÚLTIMOS 50 ANOS NA SAÚDE MUNDIAL

por Mäyjo, em 24.07.17

carvao_SAPO

As alterações climáticas ameaçam destruir os progressos feitos ao nível da saúde mundial nos últimos 50 anos. A conclusão é de um novo estudo da Lancet e da London’s Global University (UCL), apoiado pela Organização Mundial da Saúde.

 

“Encaramos as alterações climáticas como um grande problema de saúde e esta situação é frequentemente negligenciada pela esfera política”, afirma Anthony Costello, director do Instituto de Saúde Global da UCL e vice-presidente da comissão de especialistas que elaborou o estudo, cita o Guardian.

A análise conclui ainda que os benefícios para a saúde resultantes da diminuição do uso de combustíveis fósseis são tão grandes que travar o aquecimento global é também uma grande oportunidade para melhorar a saúde da população mundial do século XXI.

“A nossa trajectória corrente, que aponta para 4°C de aquecimento, é algo que queremos evitar e que pode ter potenciais efeitos catastróficos para a saúde e sobrevivência humana e que poderá aniquilar todos os esforços feitos no último meio século para melhorar a saúde mundial”, indica o investigador.

A investigação, bastante abrangente, estabelece os riscos directos para a saúde, como ondas de calor, secas e inundações, mas também os riscos indiretos, decorrentes da poluição atmosférica, propagação de doenças, fome e doenças mentais.

Entre as principais recomendações da comissão responsável pelo estudo está o abandono da energia fóssil, especialmente do carvão, responsável por milhões de mortes anuais prematuras através da poluição atmosférica. O documento indica ainda que a principal barreira à transição para uma energia de baixo carbono – e respectivos benefícios inerentes para a saúde – são os interesses políticos e não a falta de financiamento ou tecnologia.

Foto: aaardvaark / Creative Commons  

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publicado às 12:04

RUSSOS ACREDITAM QUE O AQUECIMENTO GLOBAL É UMA INVENÇÃO

por Mäyjo, em 06.07.17

Aquecimento Global

Segundo um estudo recente do VTsIOM – instituto público de sondagens russo, quase 40% da população russa acredita que o aquecimento global é uma invenção e motivo de especulação. 

 

Para 39% dos entrevistados, cinco pontos acima do valor de há 10 anos, “o aquecimento global é um problema inventado e um tema de especulação usado por quem joga com o medo natural da humanidade face a desastres naturais”.

No entanto, mais da metade dos russos (51%) acredita também que o aquecimento global é “um problema sério que requer solução imediata”, de acordo com o mesmo inquérito realizado em meados de Julho com 1.200 pessoas. A maioria da população (55%) também acredita que o fenómeno tem um efeito “bastante negativo” no seu país, enquanto mais de um em cada quatro entrevistados (27%) considera que tem um “efeito positivo” para a Rússia.

Entretanto, o presidente Vladimir Putin assegurou, no início de Julho, que a Rússia vai respeitar o Acordo de Paris sobre o clima, para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

O planeta quebrou em 2016 o seu terceiro recorde consecutivo de ano mais quente da história, com o planeta a atingir 1°C acima da média da era pré-industrial, de acordo com a Organização Mundial de Meteorologia (OMM).

Em algumas regiões da Rússia, as temperaturas chegaram a 6-7°C acima da média. 

Imagem: Creative Commons

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publicado às 06:11

URSOS POLARES VÃO EXTINGUIR-SE SE O AQUECIMENTO GLOBAL NÃO FOR TRAVADO

por Mäyjo, em 24.06.17

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Os ursos polares vão extinguir-se caso o aquecimento global não seja travado. A conclusão é de um novo estudo elaborado pelo Governo dos Estados Unidos.

 

No documento, onde a administração de Obama traça um plano de recuperação para a espécie, os Serviços de Pesca e Vida-Selvagem indicam que “o passo mais importante a dar para a conservação do urso polar é uma acção decisiva para travar o aquecimento no Árctico”, cita o Independent.

“Se não houver acções que travem efectivamente a causa primária da diminuição do gelo do mar, é improvável que os ursos polares sobrevivam”, lê-se no documento.

Os ursos polares alimentam-se, acasalam e dão à luz no gelo flutuante. Porém, nos últimos anos, com o aumento da emissão de gases com efeito de estufa e consequente aumento do aquecimento global, as plataformas de gelo flutuante têm vindo a diminuir. Se não houver gelo flutuante no Árctico será muito difícil a esta espécie conseguir sobreviver.

Estima-se, actualmente, que a população mundial de ursos polares seja de 20.000 a 25.000 espécimes.

Foto: Andy Silver / Creative Commons

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publicado às 12:15

EMISSÃO DOS GASES QUE MAIS CONTRIBUEM PARA O AQUECIMENTO GLOBAL BATEU RECORDES EM 2014

por Mäyjo, em 06.06.17

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Em 2014, os principais indicadores das alterações climáticas da Terra voltaram a reflectir a tendência de um planeta cada vez mais quente, com vários indicadores – como o aumento das temperaturas globais, aumento do nível da água do mar e emissões de gases com efeito de estufa – a estabelecerem novos recordes.

 

A conclusão é do Relatório sobre o Estado do Clima em 2014, da autoria da Sociedade Meteorológica Americana, que avalia a temperatura, precipitação e outros eventos meteorológicos em todo o mundo.

O relatório foi compilado pelo Centro de Meteorologia e Clima da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) e conta com a contribuição de 413 cientistas de 58 países distintos.

Segundo o documento, 2014 foi o ano mais quente dos últimos 135 anos e os cientistas alertam que o clima terrestre continua a mudar rapidamente em comparação à era pré-industrial. “Este relatório apresenta dados de vários pontos do globo, fornecidos por centenas de cientistas e dá-nos uma imagem do que aconteceu em 2014. A variedade de indicadores mostra-nos que o nosso clima está a mudar, não só nas temperaturas mas também nas profundezas dos oceanos e na atmosfera exterior”, indica Thomas R. Karl, director do Centro Nacional de Informação Ambiental da NOAA, em comunicado.

O relatório revela que o dióxido de carbono e o óxido nitroso – gases que mais contribuem para o efeito estufa – voltaram a atingir concentrações médias recordes em 2014. Quanto às temperaturas, a Europa experienciou o seu ano mais quente de sempre desde que começaram os registos e outros 20 países estabeleceram novos recordes para as temperaturas médias.

Foto: martinjankoehler / Creative Commons

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publicado às 22:48

O Ártico nunca foi tão quente

por Mäyjo, em 16.12.16

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O Ártico bateu recordes de calor no período de 12 meses terminado em setembro, quando o ar quente desencadeou uma fusão massiva de gelo e neve e atrasou o gelo do inverno, divulgaram os cientistas ontem.

A avaliação letal foi feita no relatório sobre o Ártico relativo a 2016, um documento revisto por outros cientistas que não os seus autores, feito por 61 cientistas de todo o mundo, que é publicado pela agência governamental dos EUA para a Atmosfera e os Oceanos (NOAA, na sigla em Inglês).

O documento cobre o período de outubro de 2015 a setembro de 2016, um período em que “a temperatura média anual sobre as áreas terrestres (do Ártico) foi a maior desde que há registos”, como se salientou.

“Raramente se viu o Ártico evidenciar um tão claro, forte ou acentuado sinal de persistente aquecimento e os seus efeitos em cascada no ambiente do que este ano”, afirmou Jeremy Mathis, diretor do programa de investigação sobre o Ártico que está a ser desenvolvido na NOAA.

A região do Ártico continua a aquecer a uma velocidade que é o dobro da do resto do planeta, que também deve ter em 2016 o ano mais quente dos tempos modernos.

Os cientistas climáticos disseram que as razões para o aumento da temperatura incluem a queima dos combustíveis fósseis, que emite gases com efeito de estufa para a atmosfera, bem como a tendência de aquecimento do oceano associada ao El Niño, que terminou em meados do ano mas exacerbou o aquecimento.

A temperatura média anual do Ártico em terra supera em 3,5 graus Celsius (ºC) a registada em 1900.

A temperatura da superfície do mar no pico do verão, em agosto de 2016, esteve 5ºC acima da média do período 1982-2010 nos mares de Barents e Chukchi, bem como nas costas leste e oeste da Gronelândia

 

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publicado às 15:42

A GROENLÂNDIA FESTEJA O AUMENTO DA TEMPERATURA GLOBAL

por Mäyjo, em 07.11.16

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Os glaciares da Groenlândia estão a derreter a um ritmo que preocupa os ambientalistas, mas não a sua população. Desde que a temperatura média daquela ilha junto ao Ártico começou a subir, o crescimento da economia local disparou.

 

A ilha que no século XVIII se tornou uma região autónoma da Dinamarca, com 57 mil habitantes, viu nos últimos anos o seu solo arável crescer, bem como os períodos de cultivo. Com pastagens por mais tempo os seus rebanhos cresceram de 15 mil cabeças – média de há cerca de vinte anos – para 20 mil cabeças e com águas menos gélidas a população de peixes disparou.

No mar do Norte, que banha a Noruega e a Dinamarca, os pescadores já notaram que as espécies de bacalhau ficaram maiores, assim como os atuns. Esta abastança já teve reflexos nas quotas de pesca, que passaram para o dobro.

Estas mudanças estão a levar os naturais da região a festejar o impacto do aumento da temperatura global na sua terra. De acordo com uma reportagem da revista brasileira Veja, as prateleiras dos supermercados de Nuuk, a capital da Groenlândia, nunca estiveram tão cheias de fruta e vegetais, algo inimaginável até há poucos anos.

A prazo o aumento da temperatura global, que está na base das mais sérias preocupações da comunidade internacional, poderá também jogar contra os interesses da Groenlândia, mas para a sua população, o espírito do adágio popular, aplica-se: “Enquanto o pau vai e vem, folgam as costas”…

Foto: Filip Gielda / Creative Commons 

 

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publicado às 14:11

Mural em iceberg no Ártico

por Mäyjo, em 22.10.16

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Não sei se conhecem o muralista Sean Yoro, também conhecido como Hula, que começou por chamar a atenção com os seus marcantes murais de concreto e iceberg, que são acessíveis apenas por paddle board.

Depois de uma viagem inspiradora à Islândia no ano passado, Hula está de volta ao Ártico - desta vez na Ilha de Baffin, do arquipélago canadiano no ártico, para procurar um enorme iceberg, mas que derretesse rápido, sobre o qual podesse rapidamente pintar um retrato de uma mulher Inuit.

É um tributo à cultura local e aos efeitos das mudanças climáticas sobre a comunidade Inuit.

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Dentro de pouco tempo, o iceberg com o maravilhoso mural de Hula vai derreter. Mas fica a esperança de que a sua mensagem continue a viver.

 

 

(via DesignBoom)

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publicado às 14:35

A SUBIDA DA TEMPERATURA GLOBAL ESTÁ A SECAR OS LAGOS DO IRÃO

por Mäyjo, em 12.10.16

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Grande Lago do Sal

 

 

As autoridades iranianas já estão a ficar alarmadas. Com as temperaturas elevadas e a falta de precipitação que se tem registado no país nos últimos anos, grandes extensões hídricas estão a desaparecer. Teme-se um desastre humano e natural.

 

A possibilidade de se desencadearem movimentos migratórios devido à falta de água em certas regiões já é uma realidade no Irão. Há lagos milenários que estão a desaparecer, dando lugar a pequenas salinas, como é o caso do Grande Lago de Sal, que tinha 1800 km2 de superfície e agora só é irrigado numa zona que não excede 1 km2, pode ler-se no El mundo.

A seca que assola o Irão está a ser tão severa que os governantes já têm em cima da mesa planos infraestruturais para transporte de água desde o mar Cáspio, Golfo Pérsico e mar de Óman até às zonas mais áridas, que ficam a sul. Mas tal tem levantado polémica, pois tais obras implicariam a desflorestação de áreas consideráveis do país.

Além dos efeitos das alterações climáticas, em particular o aquecimento global, o Irão enfrenta também as consequências de uma gestão descontrolada dos seus recursos hídricos subterrâneos.

Foto: Zahida Membrado

 

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publicado às 18:12


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